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Conheça os temas da novena e festa de Nossa Senhora da Saúde 2018

De 12 a 21 de novembro a Diocese de Colatina celebra sua padroeira, Nossa Senhora da Saúde.Uma vasta programação de celebrações e apresentações culturais estão sendo preparadas em louvor à Mãe da Saúde.

Neste ano de 2018, o tema central da novena será “Com Maria, percorrendo o caminho da santidade.”  

Cada dia da novena, o tema será desenvolvido a partir de uma das oitos bem-aventuranças.

“Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu”

O Evangelho nos convida a reconhecer a verdade do nosso coração, para ver onde colocamos a segurança da nossa vida. Normalmente, o rico sente-se seguro com as suas riquezas e, quando essas estão em risco, pensa que se desmorona todo o sentido da sua vida.

As riquezas não te dão segurança alguma. Mais ainda: quando o coração se sente rico, fica tão satisfeito de si mesmo que não tem espaço para a Palavra de Deus, para amar os irmãos, nem para gozar das coisas mais importantes da vida.

Ser pobre no coração: isso é santidade.

12/11 às 19h, celebração com o Pe. Edgar Rigoni da Paróquia São Marcos de Ibiraçu

“Felizes os mansos, porque possuirão a terra”

Neste mundo que, desde o início, é um lugar de inimizade, onde se litiga por todo o lado, onde há ódio em toda a parte, onde constantemente classificamos os outros pelas suas ideias, os seus costumes e até a sua forma de falar ou vestir.

Em suma, é o reino do orgulho e da vaidade, onde cada um se julga no direito de elevar-se acima dos outros. Embora pareça impossível, Jesus propõe outro estilo: a mansidão.

A mansidão é outra expressão da pobreza interior, de quem deposita sua confiança apenas em Deus.

Talvez seja assim, mas deixemos que os outros pensem isso. É melhor sermos sempre mansos porque assim se realização as nossas maiores aspirações: os mansos “possuirão a terra”, isto é, serão as promessas de Deus cumpridas na sua vida.

Reagir com humildade e mansidão: isso é santidade.

13/11 às 19h, celebração com o Pe. José Geraldo Costa Soares da Catedral Metropolitana de Vitória

“Felizes os que choram, porque serão consolados”

O mundo nos propõe ao contrário: o entretenimento, o prazer, a distração, o divertimento. E nos diz que isso é o que torna a vida boa.

A pessoa que, vendo as coisas como realmente estão, se deixe trespassar pela aflição e chora no seu coração, é capaz de alcançar as profundezas da vida e ser autenticamente feliz. Essa pessoa é consolada, mas com a consolação de Jesus e não com a do mundo.

Saber chorar com os outros: isso é santidade.

14/11 às 19h, celebração com o Frei José Diniz dos Reis da comunidade Santíssima Trindade de Nova Almeida na Serra

“Feliz os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados”

“Fome e sede” são experiências muito intensas, porque correspondem a necessidades primárias e têm a ver com instinto de sobrevivência.

Mas a justiça, que Jesus propõe, não é como a que o mundo procura, uma justiça muitas vezes manchada por interesses mesquinhos, manipulada para um lado ou para o outro. A realidade nos mostra como é fácil entrar nas veredas da corrupção, fazer parte dessa política diária do “dou para que me deem”, onde tudo é negócio.

Esta justiça começa por se tornar realidade na vida de cada um, sendo justo nas próprias decisões e depois manifesta-se na busca de justiça para os pobres e vulneráveis.

Buscar a justiça com fome e sede: isso é santidade.

15/11 celebração às 8h30min com dom Décio Sossai Zandonade, reitor do Santuário Diocesano e às 19h celebrada por Frei Gerson Antônio Candido da Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Linhares

“Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia”

A misericórdia tem dois aspectos: é dar, ajudar, servir os outros, mas também perdoar, compreender.

Dar e perdoar é tentar reproduzir na nossa vida um pequeno reflexo na perfeição de Deus, que dá e perdoa superabundantemente.

“A medida que usardes para os outros, servirá também para vós” (MT 6,38).

A medida que usarmos para compreender e perdoar será aplicado a nós para nos perdoar. A medida que aplicarmos para dar, será aplicado a nós no céu para nos recompensar: não nos convém esquece-lô.

Olhar e agir com misericórdia: isso é santidade.

16/11 celebração às 19h com o Pe. Gilberto José Domingos da Paróquia São José de Fundão

“Felizes os puros de coração, porque verão a Deus”

Essa bem-aventurança diz respeito a quem tem um coração simples, puro, sem imundície, pois um coração que sabe amar não deixa entrar na vida algo que atenta contra esse amor, algo que o enfraqueça ou coloque em risco.

É verdade que não há amor sem obras de amor, mas esta bem-aventurança nos lembra que o Senhor espera uma dedicação ao irmão que brote do coração, pois “se eu gastasse todos os meus bens do sustento dos pobres e até me entregasse como escravo, para me gloriar, mas não tivesse amor, de nada me aproveitaria.” (1Cor 13,3)

Quando o coração ama a Deus e ao próximo (Mt 22,36-40), quando isso é a sua verdadeira intenção e não palavras vazias, então esse coração é puro e pode ver a Deus.

Manter o coração limpo de tudo o que mancha o amor: isso é santidade.

17/11 celebração às 18h com o Pe Irineu Claudino Sales da Paróquia São Domingos do Norte

“Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”

Da nossa parte, é muito comum sermos causas de conflitos ou, pelo menos, de incompreensões. Por exemplo, quando ouço qualquer coisa sobre alguém e vou ter com outro e lhe digo; e até faço uma segunda versão pouco mais ampla e espalho-a. E, se o dano que consigo fazer é maior, até parece que me causa maior satisfação. O mundo das murmurações, feito por pessoas que se dedicam a criticar e destruir, não constrói a paz. Pelo contrário, tais pessoas são inimigas da paz e, de modo nenhum, bem-aventuradas.

Semear a paz ao nosso redor: isso é santidade.

18/11 celebração às 8h30min com o Pe. Deoclécio Tonon e às 18h com o Pe Antônio Pandolfi da Paróquia São João Batista de Aracruz

“Felizes os que sofrem por causa da justiça, porque deles é o Reino do Céu”

As perseguições não são uma realidade do passado, porque hoje também as sofremos quer de forma cruenta, como tantos mártires contemporâneos, quer de uma maneira mais sutil, através de calúnias e falsidades. Jesus diz que haverá felicidade, quando, “mentindo, disserem todo o mal contra vós por causa de mim” (Mt 5,11). Outras vezes, tratam-se de zombarias que tentar desfigurar a nossa fé e fazer-nos passar por pessoas ridículas.

Abraçar diariamente o caminho do evangelho mesmo que nos acarrete problemas: isso é santidade.

19/11 celebração às 19h com o Pe. Flávio Vieira de Carvalho do Santuário Diocesano de Salette no Rio de Janeiro.

“Felizes os leigos e leigas que são o “sal da terra e a luz do mundo”

Ser sal da terra e luz do mundo significa ter uma vida que glorifica a Deus e leva outras pessoas a seguir Jesus. As boas obras podem ser muito pequenas mas têm um efeito muito grande.

20/11 celebração às 19h com o Pe. Paulo César da Silva do Seminário Diocesano Maria Mãe da Igreja

Já no dia 21 de novembro, dia de Nossa Senhora da Saúde, as festividades começam bem cedo, às 5 da manhã, com a alvorada saindo da praça da Igreja Matriz de Ibiraçu em direção ao Santuário.

Às 9h, Missa Solene presidida por dom Joaquim Wladimir Lopes Dias com a participação do clero da Diocese de Colatina e bispos do Espírito Santo.

As comemorações à padroeira da Diocese se encerram às 19h com a celebração da Santa Missa presidida por dom Décio Sossai Zandonade.

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